Aroma de café

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Para quem gosta de café (e tem que não goste?), o livro Aroma de Café, de Luís Norberto Paschoal, editado pela Fundação Educar DPaschoal contiua sendo, mesmo após alguns anos de seu lançamento, fonte inescapável de referência e leitura deliciosa. Tão saborosa quanto um bom espresso (assim mesmo, com s) italiano, preparado com café colombiano ou brasileiro.

Feito um barista experiente, Pascoal nos serve doses preciosas de conhecimento sobre a bebida negra e aromática surgida há séculos na Arábia – e adotada com paixão por brasileiros, franceses, italianos, norte-americanos, enfim, pelo mundo inteiro. Em textos e fotos impecáveis, a edição de luxo de Aroma de Café mostra a importância da cultura na economia e na vida cultural de vários países, discorre sobre lendas, mitos e verdades científicas relacionados à bebida, e ainda ensina receitas à base de café, preparadas por grandes chefs.
O livro é uma viagem pelo mundo fascinante do café.

Algumas curiosidades reveladas na obra:

Origem do nome
O nome “Café” não é originário de Kaffa, local de origem da planta, e sim da palavra árabe qahwa, que significa vinho.

 

O café na Europa
O café chegou à Europa levado pelos venezianos, em 1615, (era commodity guardada a sete chaves pelos árabes), mas foram os holandeses os primeiros europeus a cultivar mudas da planta.

 

As primeiras cafeterias
Foi em Meca que surgiram as primeiras cafeterias, chamadas de Kaveh kanes, lugares de reza e meditação. Mais tarde, a Europa adotaria as cafeterias como lugares de encontros de intelectuais.

 

O café e o avião

Alberto Santos Dumont não teria sido “Pai da Aviação”, sem a riqueza do café. A prosperidade de seu pai, grande fazendeiro de café, permitiu que Santos Dumont estudasse na França e gastasse fortunas com seus experimentos voadores.

 

Pena de morte

Khair Beg, governador de Meca, tentou proibir o consumo de café. O sultão decretou que a bebida era sagrada, e o governador foi condenado à morte.

 

Café ou divórcio
Leis vigentes em várias regiões do Oriente Médio permitiam que a esposa pedisse divórcio caso o marido não fosse capaz de provê-la da cota desejada de café.

 

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